• Sâmara Jorge

Na última semana, (07 de abril de 2011) o Brasil ficou chocado com a tragédia ocorrida no Rio de Janeiro (Escola Municipal Tasso da Silveira). Fomos todos invadidos por sentimentos de perplexidade e impotência. Saímos em busca de explicações. Afinal, o que leva um rapaz de 23 anos a cometer um ato de crueldade dessa proporção? Crianças inocentes pagaram com a própria vida pelos problemas vividos pelo ex-estudante. E as que sobreviveram, assim como suas famílias, jamais esquecerão o que viram e a experiência que tiveram naquela terrível manhã. Como mãe e como psicoterapeuta, me pergunto qual é a nossa responsabilidade em casos como esse?

Essa talvez seja uma boa oportunidade para refletirmos sobre como estamos criando nossos filhos. Crianças precisam de norte, de direção. Precisam de afeto, do olhar amoroso dos pais, de acolhimento e de reconhecimento. E de amor, muito amor. Mas precisam também de limites e, sobretudo de conseqüências quando cometem atitudes que desrespeitam, desconsideram ou invalidam o outro em suas vidas.

Nós, pais, precisamos estar atentos ao que nossos filhos precisam. Muitas vezes, um limite dado com afeto, mas com firmeza é uma demonstração inequívoca de amor e segurança para a criança. Vale também refletir sobre a seguinte questão: Será que nós, como pais, agimos com respeito na relação com nosso filhos e em nossas vidas? Será que exercemos nosso papel de cidadãos com consciência? Afinal, somos modelos para nossos filhos, que constroem seus valores convivendo e observando nosso comportamento e nossas atitudes.

Diálogo é também essencial. Mas não entendamos o diálogo como passar longas horas falando com nossos filhos sobre a melhor forma de agir ou se comportar. Ouvi-los é fundamental. Ouvi-los contar sobre o seu dia, sobre suas experiências com os colegas, ouvi-los falar sobre o que lhes passa internamente. Isso dá trabalho e demanda tempo. Quantos de nós realmente paramos para esses momentos? Corremos tanto, trabalhamos sem parar e muitas vezes não nos damos conta de que nossos filhos podem estar sofrendo ou fazendo sofrer. E, não raro, só percebemos que algo está errado quando a escola começa a marcar uma reunião, chama para conversar ou, o que é pior, quando alguma coisa mais grave acontece. Muitas vezes pode ser tarde demais...

Tudo indica que o atirador do Rio de Janeiro sofreu bullying e, embora esse não tenha sido o único fator a levá-lo a cometer esse ato absurdo contra as crianças e contra si mesmo, certamente teve alguma influência importante no desenrolar de sua vida, sua história e seus transtornos. Atendo muitos pais em meu consultório que relatam com uma frequência assustadora esse problema nas escolas de seus filhos.

O que é bullying

Chamamos de bullying todas as atitudes agressivas e repetidas entre crianças e adolescentes – estudantes. Inclui-se aqui, qualquer atitude exercida por um estudante para humilhar, fazer sofrer ou intimidar o outro: apelidos, perseguições discriminações, chacotas, exclusões, preconceitos e até a agressões físicas, sexuais e morais.

Entretanto, é importante discriminar um momento de agressividade ou uma briga do bullying. Só podemos entender como bullying atos agressivos frequentes e repetidos com o mesmo alvo. Muitas vezes, as crianças passam por fases em que estão mais briguentas, mais intolerantes ou agressivas. Essas atitudes podem ser a manifestação de algum problema circunstancial, de alguma dificuldade em lidar com uma situação qualquer em sua vida. É preciso que pais e professores fiquem atentos para que possam fazer essa diferenciação.

Crianças vítimas de bullying, em geral, possuem características diferentes do agressor e sentem-se fragilizadas com essa condição. Podem ser crianças com problemas de insegurança, que já sofrem violência em suas casas, com baixa autoestima, obesidade, timidez, deficiências físicas, diferenças étnicas, culturais, econômicas, e que acabam intimidadas pela diferença, sobretudo de poder que sentem em relação ao agressor. Por se sentirem frágeis, sem recursos e com medo para dar um basta, acabam por se submeter, inclusive por sentirem vergonha de suas “fraquezas e fragilidades”. Em alguns casos, felizmente raros e extremos, podem chegar a tentar ou cometer suicídio.

Já as que praticam o bullying são crianças agressivas, por vezes dissimuladas, que podem ter relações familiares desestruturadas afetivamente. Não é raro que possuam pouca atenção, carinho e cuidados, recebendo poucos limites, ou ainda, que sejam vítimas de agressões físicas e verbais por parte de seus pais.

Como diagnosticar o bullying

É preciso que pais e professores fiquem atentos ao comportamento das crianças. No caso da vítima, se a criança começa a não querer ir à escola, ter baixo rendimento escolar, diz ter medo de ir à escola ou fazer o trajeto sozinho, sente-se mal na hora de ir para a aula ou, com uma certa frequência, chega em casa machucado, sem dinheiro e com materiais estragados, ele pode estar sendo vítima de bullying.

Já no caso do agressor, crianças com comportamento agressivo, provocativo, que não se responsabilizam por seus atos, que apresentam dificuldade em se relacionar com outras crianças, em geral intimidando-as, podem, potencialmente, (mas não necessariamente), praticar o bullying.

Formas de tratamento

Se suspeitar que seu filho está sendo vítima de bullying, o primeiro passo é ter uma conversa com ele sobre o assunto. É importante que os pais tenham disponibilidade, paciência e ouçam o filho com uma atitude carinhosa e acolhedora. Prepare-se, pois pode ser que por medo, culpa ou vergonha ele não queira falar ou negue o que está acontecendo. Procure mostrar que ele não tem culpa, mas, ao mesmo tempo, não deixe de esclarecer se alguma atitude dele pode ter provocado a agressividade do colega.

Jamais o recrimine por não ter conseguido lidar com a situação. Incentive-o a contar o que está acontecendo, fazendo com que ele confie que estará a seu lado e que o ajudará. Em hipótese nenhuma aceite manter o bullying em segredo. Ajude-o a compreender que a única forma de resolver a situação é tornando-a clara, pois todos precisam de ajuda: ele e o agressor.

Não o incentive a revidar as agressões e não peça a ele que tenha qualquer atitude que não esteja pronto para tomar. Elogie sua coragem em ter falado sobre a situação com você. Deixe claro que entrará em contato com a escola, para contar o ocorrido, para que, juntos, possam tomar providências. Faça isso rapidamente e, mesmo que não pareça tão grave, não entenda essa situação como brincadeira entre crianças, pois não é!

Caso sua suspeita seja a de que seu filho está praticando bullying, da mesma forma, converse com ele. Esteja também disponível para ouvi-lo como alguém que precisa de ajuda e evite, de todas as formas, ser agressivo com ele, assim, você estará dando a ele um modelo saudável de como lidar com conflitos e problemas. Não deixe para lá ou minimize a situação. Deixe claro que desaprova completamente sua atitude, mas não ponha em dúvida o amor que sente por ele. Não esqueça que há uma parcela de responsabilidade da família nas atitudes de nossos filhos. Diga que irá ajudá-lo, mas que, para isso, terá que conversar com a escola sobre o que está acontecendo, para que, juntos, encontrem uma solução para o problema. Procure não apenas julgá-lo, mas ouça o que ele tem a dizer sobre a situação e sobre o que ele acha que pode estar levando-o a ter esse tipo de comportamento.

Se ainda não o faz, dê a ele regras e limites claros, mas sem ameaças ou intimidações. E faça valer esses limites, impondo consequências caso não sejam respeitados. É importante que esses limites sirvam para estruturá-lo e conscientizá-lo sobre suas atitudes. Promova uma conversa entre ele e o colega que está sendo agredido, criando uma oportunidade para que se desculpe. Se possível, peça a ajuda da escola para criar essa oportunidade. Não se esqueça de elogiá-lo, caso consiga fazer isso! Além das consequências seu filho precisa de ajuda, lembre-se disso.

Em ambos os casos, é imprescindível que família, escola, agressor e agredido se envolvam na busca por soluções para o problema. A psicoterapia é uma possibilidade a ser considerada, já que, tanto os agressores, como os agredidos e as famílias podem se beneficiar desse tipo de ajuda para entender o que está acontecendo e lidar com o problema.

Formas de combater o bullying

Nada é melhor e mais eficaz do que a consciência. É importante que pais e escolas conversem com suas crianças sobre o assunto, sobre a importância de se respeitar diferenças, de lidar com preconceitos. Para os pais, uma dica é se interessar e participar da vida e das atividades de seus filhos. Conversar com eles constantemente e abrir um canal de comunicação, afetivo e seguro são atitudes essenciais.

No caso das escolas, promover a participação dos alunos em discussões sobre regras de comportamento, projetos de inclusão de diferenças ou que desenvolvam solidariedade e trabalhem conceitos de ética, cidadania e responsabilidade social, podem prevenir o problema.

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  • Sâmara Jorge

Carnaval chegando e, com ele, dúvidas e angústias sobre como lidar com os pedidos de filhos adolescentes para participar das festas, desfiles, micaretas, bailes e baladas.

É certo que o apelo nessa época é grande. O país se prepara o ano todo para a chegada dessa data. Mas quando se trata de educação e criação de filhos, esse não é um evento diferente. Permitir ou não que o adolescente brinque o Carnaval é uma decisão dos pais, assim como todas as outras decisões e limites necessários.

Essa pode ser uma ótima oportunidade para conversar com seus filhos sobre sexo seguro, drogas, álcool e responsabilidade. Ouvir o que ele tem a dizer sobre o assunto é fundamental. É preciso não esquecer que dialogar é falar, mas é também, saber ouvir. Leve em conta a forma como ele tem se comportado, se comete abusos, se vive em situações de risco, ou se tem demonstrado maturidade e responsabilidade com a vida de uma forma geral.

A adolescência é uma fase de curiosidade e experimentações. É também um momento de transição para a vida adulta e, embora muitos meninos e meninas já tenham uma aparência mais “adulta” e um discurso de autonomia e independência, ainda não estão prontos para lidar com o mundo adulto.

Há pais que têm receio de dizer não, especialmente nessa fase em que tudo é feito em grupo e os amigos são muito importantes. O não pode até ser visto pelo filho como uma injustiça, “chatice” ou intransigência dos pais. Mas lembre-se de que um limite justo e bem colocado é, na verdade, um ato de amor e proteção. A falta dele é sentida como abandono e pode ter consequências desastrosas. Quando caminham juntos, limites e liberdade estruturam a personalidade, preparam para a vida, dão referências e ajudam o jovem a desenvolver a responsabilidade, o cuidado com ele mesmo e uma consciência ética.

Caso resolva que está na hora de deixá-lo viver essa experiência, aqui vão algumas dicas:

Combine com ele o dia ou os dias em que irá para o Carnaval.

Procure saber com quem está, aonde vai e a que horas pretende chegar. Isso é essencial.

Busque informações sobre o local antecipadamente.

Converse com os pais dos outros adolescentes que farão parte da turma.

Participe. Se possível, leve e vá buscar. Caso contrário, combine com os outros pais como isso será feito.

E, sobretudo, seja coerente com a educação que dá a ele.

Elas são Mércias, Elisas, Eloás, Lúcias, Helenas, Carolinas...

Pertencem a diferentes raças, classes sociais, níveis intelectuais, atividades profissionais. Em comum têm apenas uma coisa: sofreram agressões de seus maridos, namorados ou amantes.

Escolheram esses homens para compartilhar a vida, formar uma família, dividir alegrias e tristezas, lutar ao seu lado por uma vida melhor.

Acreditaram que o amor que sentiam e que lhes dedicavam os ajudaria a mudar. A cada dia, após uma briga ou agressão, vinha um pedido de desculpas, e a promessa de que aquilo não mais aconteceria reacendia a esperança. Até o dia em que perceberam que as esperanças foram todas jogadas ao vento...

O cenário interno é de pós-guerra. Não há mais nada, a não ser um sentimento de destruição, medo, vergonha, marcas irreversíveis no corpo e na alma e uma dor profunda, que leva tempo, muito tempo para passar.

Isso sem falar das que morreram, vítimas das agressões, dos filhos que ficaram sem mães, e dos pais que ficaram sem suas filhas...

Essas são situações que, lamentavelmente, parecem estar longe de acabar.

Infelizmente, os jornais quase que diariamente dão esse tipo de notícia. E muitos de nós ouvimos e pouco nos comovemos ou paramos para pensar na gravidade do assunto.

Por mais terrível que pareça, ainda hoje não é raro ouvirmos algumas pessoas dizendo que mulheres gostam de apanhar ou provocam seus maridos e, por isso, são tratadas dessa forma. Ou ainda, que merecem ser maltratadas, pois não fazem nada para mudar essa situação. Esse deboche é tão agressivo quanto a atitude desses homens para com suas mulheres! Comentários desse tipo deveriam, sim, nos causar indignação, pois revelam ignorância e insensibilidade frente a uma terrível dor.

Outra forma de agressão é o pouco investimento em recursos para o amparo dessas mulheres, tais como abrigos, acompanhamento psicológico para toda a família, agilização dos processos etc.

E como se tudo isso não bastasse, a agressão masculina dirigida às suas companheiras é banalizada, pois costuma ser vista como briga de casal e segundo o ditado popular, "em briga de marido e mulher não se mete a colher". Aqui estamos diante de uma terrível distorção, pois agressão física ou verbal, palavras de baixo calão e situações de humilhação são casos de polícia e, por vezes, de saúde pública. E quem os presenciar deve se meter, sim!

É natural que existam brigas e conflitos em todas as relações. O que não é natural é quando apenas uma das partes exerce seu poder de forma autoritária, impossibilitando o outro de ter respeitado seu direito de expressão. E é essa a dinâmica que se estabelece em casais cujas mulheres sofrem violência.

Em geral, o homem intimida a mulher através da força física e das ameaças de agressão aos filhos. As que dependem financeiramente de seus companheiros ainda se tornam reféns da ameaça de ver sua família passar por privações, caso reajam às atitudes violentas dos maridos.

Quando começam as agressões, a grande maioria das mulheres acredita se tratarem de episódios isolados e, quanto mais passiva for a sua atitude, quanto menos denunciar e mais esconder, mais frequentes e violentos esses episódios costumam se tornar.

Pronto! Está estabelecida a relação de submissão que vai minando a força da mulher, comprometendo sua auto-estima, de tal forma que, a cada agressão, mais fragilizada ela se sente e sair da situação se torna mais difícil. Atribui, cada vez mais, um imenso poder ao agressor e passa a ser acompanhada de um medo constante de falar, emitir opiniões ou manifestar desejos e sentimentos.

Como acha que pode controlar os destemperos do marido, passa a evitar situações que acredita serem desencadeadoras de sua agressividade. Por exemplo, se ele gosta de silêncio, não deixa as crianças fazerem barulho; se reclama da bagunça da casa, procura manter tudo em ordem; se não sabe esperar, atende de pronto aos seus pedidos e assim por diante. Como resultado, recolhe-se e esconde as agressões sofridas, não apenas em função do medo, mas, especialmente pela vergonha que sente por ser agredida. E acaba por viver todo esse horror de forma muito solitária.

Contudo, fico me perguntando: quem deve ter vergonha? A mulher que foi agredida, ou o homem que covardemente impõe à sua mulher e filhos um clima de terror? Certamente ele deveria se envergonhar e refletir sobre suas atitudes, pois dessa forma poderia buscar ajuda e compreender o que o leva a agir dessa maneira. Gostaria aqui de fazer parênteses na situação da mulher para, rapidamente, dirigir o olhar para a questão do masculino. Certamente, não há justificativa para tais atitudes, entretanto alguns pontos devem ser levados em conta. O agressor também é vitima de si mesmo, uma vez que não consegue controlar sua agressividade, não sabe o que fazer com suas emoções, fragilidades e frustrações (inevitáveis na vida de qualquer um de nós). Em geral agride porque não acessa os reais sentimentos vividos em determinadas situações, então, reage agressivamente. Muitos aprenderam que, para exercer sua masculinidade, devem ser brutos e autoritários, mas, no fundo, toda essa arrogância e prepotência podem estar a serviço de esconder, nos mais profundos recônditos de sua alma, dores, inseguranças, humilhações e maus-tratos vividos. Além dos fatores relatados acima, o abuso de álcool, o uso de drogas e determinados transtornos de personalidade também podem estar presentes em situações de agressão e violência. Assim, o homem que agride também precisa de ajuda e acompanhamento psicológico. Em primeiro lugar, porque representa um perigo real para os que estão ao seu redor, principalmente para a sua família e mais especificamente para a companheira. Em segundo, mas não menos importante, pela necessidade de olhar para si mesmo e buscar o caminho do crescimento. Muitos desses homens acabam por ter uma vida infeliz e destroem qualquer possibilidade de se proteger de si mesmos. Perdem a família, as mulheres a quem amam, o amor e o respeito dos filhos e, em casos extremos, são privados da própria liberdade, pois acabam presos por chegar às últimas consequências. Bem, voltando às mulheres, é preciso que levem a sério os riscos que correm e busquem ajuda o mais rápido possível. Mulheres agredidas tendem a achar que não acontecerá nada pior e que a situação está sob controle. Entretanto é preciso ter cuidado, pois essa é uma falsa impressão! Algumas mulheres empatizam com a fragilidade do parceiro, isto é, conseguem compreender que a agressão denota a dificuldade dele em lidar com seus sentimentos e emoções, o que as leva a relativizar o perigo, que toda a família corre, ficando à mercê da agressividade de um de seus membros. Mas fica aqui uma pergunta para reflexão: Como pode uma mulher ficar atenta aos riscos quando sente medo de ser agredida ou assaltada na rua e, dentro de sua própria casa, “põe panos quentes” nas situações que envolvem riscos? Procurar todos os recursos, tais como a proteção de algum membro da família ou de amigos, buscar ajuda psicológica, orientação jurídica e assistência social, é a melhor solução. Superar o medo e a vergonha é, sem dúvida, muito difícil, mas denunciar e expor a situação são as únicas saídas possíveis para a grande maioria das mulheres nessa condição.

Certamente, ao olharem para dentro de si mesmas, perceberão o esfacelamento de suas personalidades, mas é preciso acreditar que o tempo é um grande aliado para a reconstrução da vida e que todos os recursos necessários estão lá - dentro de si mesmas.

Com a ajuda de profissionais especializados será possível descobrir, antes de tudo, a imensa força que existe dentro de si, pois é preciso ser muito forte para suportar uma situação de violência. Não é raro que essas mulheres, ao iniciarem um processo psicoterapêutico, percebam suas dificuldades em colocar limites e entrar em contato com sua própria raiva e indignação. Isso acaba por fazer com que desempenhem um papel complementar nesta relação de submissão. É a partir do resgate e do reconhecimento dessa força, dos potenciais, qualidades, aspectos criativos da personalidade, desejos e amor próprio que, naturalmente, começam a desabrochar e florescer, possibilitando assim que o brilho do sorriso, o respeito e a liberdade voltem a fazer parte de suas vidas.

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