Quem sou

Olá!

SEJA BEM-VINDO!

Meu nome é Sâmara Jorge. 

Vou me apresentar contando a vocês um pouquinho da minha trajetória.

Desde muito cedo as histórias me encantavam. Adorava ler, ouvir as pessoas e, também, me interessavam as questões humanas e existenciais.

Por volta dos 12 anos de idade descobri, através de uma prima querida, psicóloga, que existia a psicologia.

Naquele momento achei que era isso o que eu queria fazer! 

Pensei também em fazer arqueologia, mas logo desisti.

Entrei na faculdade em 1983 e desde então mergulhei nesse universo maravilhoso que é a psique humana.

Minha primeira formação foi Freudiana, mas eu sentia que ainda não havia me encontrado dentro de uma abordagem. Após dois anos de formada, em meados de 1990, descobri Jung e a Psicologia Analítica. Foi amor à primeira vista!

Jung desenvolveu sua teoria a partir de seus conhecimentos em diversas áreas, mas, sobretudo, através da busca de compreensão de suas próprias experiências internas. 

Encantei-me com as lentes do mestre, que me possibilitavam enxergar, e adentrar, os recônditos mais profundos do ser humano. 

Quando eu era criança adorava contar e escrever meus sonhos, mas, obviamente, não sabia a importância que eles teriam em minha vida. 

Embora os estudos em psicanálise ja me mostrassem a sua relevância, quando comecei a estudar Jung, e fazer análise junguiana, como paciente, um mundo se abriu diante de mim. Como diz Jung, os sonhos são as janelas da alma. Revelam, através dos símbolos, nossos processos internos e nos ajudam a tornar conscientes, sentimentos, conflitos e potenciais que, muitas vezes, sequer sabíamos que existiam dentro de nós. 

Decidi aprofundar-me nos estudos sobre os sonhos, o que me possibilitou conhecer a linguagem simbólica da mitologia, dos contos de fadas, da literatura, das artes. E confesso: sou apaixonada pelos caminhos aos quais eles me conduzem.

Através da psicoterapia, da análise dos sonhos, da descoberta de nós mesmos, chegamos o mais perto possível de quem, verdadeiramente, somos. 

Porém, não acredito que, apenas, os pacientes se transformem. Eu também me sinto em constante aprendizado e transformação, através da troca com eles, de suas histórias e de suas formas de ver o mundo. 

Sou muito grata a cada um deles por me darem a oportunidade de acompanha-los, e exercer um ofício em que o encontro só pode ser inteiro e verdadeiro, através dos trilhos da empatia, da delicadeza e do amor.

Hoje, posso dizer que o que me forjou como ser humano e me define é ser psicoterapeuta e mãe de minhas filhas, Julia e Isadora.

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